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BIODIVERSIDADE EM ALQUEVA | EDIA lança desafio às Escolas

A EDIA desafia as escolas do 1º ciclo ao ensino secundário, para participarem numa atividade denominada – BIODIVERSIDADE EM ALQUEVA.

Esta atividade deverá decorrer nos 20 concelhos da área de influência do Empreendimento de Fins Múltiplos de Alqueva, EFMA, pretendendo-se que cada participante, cada turma ou grupo se transforme num explorador da natureza.

A iniciativa encontra-se enquadrada no programa “Alqueva vai à escola”, onde a EDIA promove atividades de educação ambiental, patrimonial, visitas guiadas às suas instalações e dinamiza ações em prol do desenvolvimento socioeconómico do território.

Com este projeto a EDIA pretende que os alunos observem, fotografem, identifiquem e aprendam a flora e fauna do ecossistema Alqueva, usando a aplicação iNaturalist no telemóvel ou tablet.

A atividade é livre e gratuita e irá decorrer nos meses de maio e junho de 2022, podendo ser realizada na envolvente próxima da escola, no campo ou numa saída programada pela escola.

É preciso indicar o interesse na proposta, para criar o projeto associado à turma e escola por parte dos organizadores da EDIA.

Para realizar a inscrição e obter mais informação deve contactar Luísa Pinto,  ou João Martins.

Pode ser solicitado pelas escolas, o acompanhamento de algum dos responsáveis da EDIA no projeto, para a execução desta iniciativa ou realizar a atividade de forma completamente autónoma.

Os Concelhos da área de influência do EFMA são: Alandroal; Alcácer do Sal; Aljustrel; Alvito; Barrancos; Beja; Cuba; Elvas; Évora; Ferreira do Alentejo; Grândola; Mértola; Moura; Mourão; Portel; Reguengos de Monsaraz; Santiago do Cacém; Serpa; Viana do Alentejo e Vidigueira.

MONITORIZAÇÃO AMBIENTAL DE ALQUEVA aplicação sistematiza programas em curso

A EDIA disponibiliza mais uma ferramenta de informação ambiental. Trata-se de uma aplicação que permite apresentar de forma sistematizada os programas de monitorização em curso.
A Monitorização Ambiental é uma importante ferramenta de gestão que permite caracterizar a situação de referência e acompanhar a evolução dos diferentes descritores ambientais.
A EDIA assume desde o início, uma política ambiental que fomenta o desenvolvimento sustentável na sua área de influência, assim como aprofunda o conhecimento, mitiga e potencia os impactes decorrentes do Empreendimento através da monitorização de um conjunto de descritores ambientais durante as diferentes fases do Empreendimento de Fins Múltiplos de Alqueva (EFMA).
A aplicação agora disponível na página WEB da Empresa, para além de permitir apresentar de forma sistematizada os programas de monitorização em curso acompanhados pelo Departamento de Ambiente e Ordenamento do Território da EDIA, também apresenta os principais resultados obtidos, os quais contribuem para a concretização dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável
O Programa de Gestão Ambiental do EFMA define que compete à EDIA, enquanto entidade responsável pela gestão, exploração, manutenção e conservação do Empreendimento, promover e coordenar a conceção e implementação de um conjunto de programas de monitorização.
Os trabalhos de monitorização promovidos pela EDIA visam acompanhar e compreender a evolução de variáveis ambientais na área de influência do EFMA; recolher e compilar dados de suporte à tomada de decisão, no âmbito da gestão e exploração e avaliar a eficácia das medidas de mitigação implementadas nos vários domínios ambientais e, caso seja necessário, propor novas medidas.
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EDIA LANÇA MANUAL DE COMPOSTAGEM uma solução sustentável

Por ano, são produzidos na zona servida por Alqueva cerca de 1 milhão de toneladas de subprodutos orgânicos, a maior parte provenientes das 100 Milhões de árvores regadas pelo Empreendimento. Se compostados, estes subprodutos podem gerar 500 mil toneladas de composto, e assim restituí-los aos solos, melhorando a sua fertilidade.

Este Manual, encomendado pelo Ministério da Agricultura à EDIA e que contou com o contributo do Instituto Nacional de Investigação Agrária e Veterinária, INIAV, pretende lançar as bases técnicas para um sector agroindustrial cada vez mais responsável e sustentável.

A criação da primeira Unidade de Compostagem pela EDIA, a URSA em 2019, na Herdade da Abobada, em Serpa, em parceria com a Direção Regional de Agricultura do Alentejo, demonstrou que a valorização orgânica é possível e a produção de composto é uma mais-valia na fertilização agrícola e no desempenho ambiental da agricultura.

A partir desse exemplo, algumas das principais unidades agroindustriais do território de Alqueva demonstraram interesse na criação das suas próprias unidades de compostagem, junto às estruturas industriais, reduzindo a pegada ecológica associada ao transporte dos subprodutos e assim aumentar o desempenho ambiental de todo o processo.

O Manual de Compostagem terá uma versão digital e pretende-se que seja criada uma constelação de unidades de compostagem em rede, dispersas pelo território agrícola, que possibilite a aproximação dos agricultores à solução de compostagem preconizada e potencie o seu efeito regenerador da qualidade do solo.

O combate à desertificação é mais eficaz com melhores solos, mais ricos em matéria orgânica e vida, que suportem uma agricultura mais sustentável e eficiente, integrada num ecossistema cada mais resiliente e em harmonia com a atividade agrícola.

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ANUÁRIO AGRÍCOLA DE ALQUEVA’2021 já está disponível

Este documento, na sua sexta edição, pretende fornecer um quadro, tão claro quanto possível, no que diz respeito aos sistemas de produção existentes e potenciais em Alqueva, por forma a auxiliar os agricultores, técnicos e investidores que queiram desenvolver e/ou estudar atividades agrícolas sustentáveis, na região.

O Anuário Agrícola de Alqueva 2021 sistematiza informação das várias culturas e variedades com potencial agrícola em Alqueva, a sua rentabilidade económica, bem como análises às tendências variáveis de mercados nacionais e internacionais.
O Empreendimento de Fins Múltiplos de Alqueva (EFMA), encontra-se neste momento com a sua primeira fase, cerca de 120 mil hectares de regadio, concluída tendo-se iniciado a construção da segunda fase, com cerca de 50 mil hectares, 10 mil dos quais prontos a regar na campanha de rega de 2022.

As taxas de adesão têm aumentado sustentadamente desde 2008, e neste momento já foi atingida a “velocidade de cruzeiro” na operação e utilização deste empreendimento com uma taxa a ultrapassar os 95%.

A elaboração deste documento resulta da recolha de informação sobre as culturas, junto de especialistas, de produtores da região, informação de documentos, artigos e outra bibliografia publicada e disponibilizada pelas várias entidades do setor.
Foram também consultados dados e informação do Instituto Nacional Estatística (INE), do Gabinete de Planeamento e Políticas (GPP) e de outras instituições ligadas ao Ministério da Agricultura (MA).

O presente trabalho, tendo em conta o tipo de variáveis em causa, é objeto de atualizações periódicas, por forma, a incorporar as alterações que se vierem a verificar.

Um dos instrumentos utilizados neste trabalho, que possibilita a determinação da aptidão agronómica para uma determinada cultura, é o programa Sistema de Apoio à Determinação da Aptidão Cultural (SISAP).

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20 ANOS DE ALQUEVA | 8 de fevereiro de 2022

Completam-se no dia 8 de fevereiro, 20 anos sobre o encerramento das comportas da barragem de Alqueva que deu início ao enchimento da sua albufeira.

20 anos depois, a Mãe de Água do projeto de Alqueva é um instrumento incontornável na promoção do desenvolvimento da região, contribuindo para o desenvolvimento do País.

Criada para se constituir como “Reserva Estratégica de Água” de grande parte do Sul de Portugal, Alqueva tem vindo a dar provas da sua grande capacidade de regularização do rio Guadiana, permitindo ultrapassar os longos períodos de seca que têm assolado a região. Afinal, a sua primeira e principal missão.

Tendo atingido pela primeira vez a sua cota máxima a 12 de janeiro de 2010, Alqueva já efetuou por três vezes descargas controladas e chegou por quatro vezes à cota de pleno armazenamento, 152 metros.

É nesta cota que é criado o maior lago artificial da Europa, com uma superfície de 250 km2, mais de 1.100 km de margens e um volume armazenado de 4.150 milhões de metros cúbicos.

A garantia de água dada por esta reserva estratégica permitiu uma grande adesão (mais de 95%) dos agricultores às novas culturas e técnicas de regadio. Hoje temos cerca de 120 mil hectares a receberem água de Alqueva enquanto as suas centrais hidroelétricas contribuem com cerca de 4% de toda a energia hídrica em Portugal.

Alqueva garante ainda o reforço de abastecimento público a mais de 200 mil habitantes no Alentejo, número que tende a crescer com a previsão da ligação de Alqueva a outras origens de água para abastecimento público, nomeadamente a albufeira de Monte da Rocha.

Para além da agricultura e da energia, também o turismo, lazer e desportos náuticos, encontraram nesta nova realidade um motor para a sua expansão e desenvolvimento.

Prova disso são as Praias Fluviais que têm vindo a ser criadas e que mobilizam milhares de veraneantes todos os anos. São também as marinas, os cruzeiros, passeios de barco ou o aluguer de embarcações, a restauração e as dezenas de unidades turísticas que dinamizam as economias locais beneficiando de um novo entorno idílico alentejano.

O projeto Alqueva poderá contribuir com mais de 500 Milhões de Euros anuais para o Produto Interno Bruto Regional e criar mais de 10 mil empregos permanentes nos setores agrícola, agroindustrial e do turismo.

» Veja o vídeo evocativo da efeméride AQUI

NOVAS IDEIAS SOBRE A PLANURA ALENTEJANA | Professor Galopim de Carvalho | 27 de janeiro

“Terra e Paisagens no Sul” é o título genérico para um novo ciclo de conferências a ter início no próximo dia 27 de janeiro, promovidas pela EDIA, pela Câmara Municipal de Beja e pela Direção Regional de Cultura do Alentejo. O orador convidado é o professor Galopim de Carvalho.

Este novo ciclo de conferência sucede à anterior iniciativa “Porque há sempre novas histórias para contar…”, que durante os últimos anos promoveu a divulgação e discussão da vasta informação recolhida nos trabalhos de minimização arqueológica efetuados pela EDIA no âmbito do projeto de Alqueva.

Dando continuidade a estas ações de divulgação, pretende-se agora debater o que contextualiza este território em permanente transformação no século XXI, muito relacionado com o projeto de Alqueva, convocando a arqueologia, a história, a antropologia e a sociologia a abordar a temática da “Terra e Paisagens do Sul”.

Extravasando a temática pura da arqueologia para outras discussões sobre como, por quem e sobre que linhas se foi definindo a paisagem alentejana, esta conferência vai abordar a formação física da paisagem e a sua transformação ao longo dos milénios.

A. M. Galopim de Carvalho nasceu em Évora, em 1931. É doutorado em Sedimentologia, pela Universidade de Paris (1964), e em Geologia, pela Universidade de Lisboa (1968), tendo lecionado na Faculdade de Ciências desta Universidade de 1961 a 2001, ano em que se jubilou como professor catedrático.

Dirigiu o Museu Mineralógico e Geológico da Faculdade de Ciências de Lisboa, de 1983 a 1992, e o Museu Nacional de História Natural (MNHN), de 1992 a 2003, onde foi o mentor e responsável científico de sucessivos projetos de investigação nas áreas da Geologia Marinha e da Paleontologia dos Dinossáurios. Atualmente continua a trabalhar na divulgação, salvaguarda e valorização do património geológico nacional.

Devido às medidas de segurança relacionadas com a pandemia, a lotação do espaço é limitada, pelo que quem quiser reservar lugar o poderá fazer através dos seguintes canais: museusembrano@cm-beja.pt ou 964934162 (neste caso, só de 2ª a 6ª feira, entre as 08h30-12h30 e 14h15-15h45).

EDIA desenvolve projeto de Corredores Ecológicos

A criação de infraestruturas verdes e o restauro de ecossistemas degradados são uma das principais preocupações a nível global, além de constituírem uma ferramenta para a conservação da biodiversidade.

Tendo uma visão integrada deste território e reconhecendo o aumento da intensificação agrícola, a EDIA tem em curso um trabalho exaustivo de identificação de locais com potencial ecológico que interligados formem uma rede que favoreça a conetividade ecológica dentro da área do Empreendimento de Fins Múltiplos de Alqueva (EFMA).

Esta estratégia tem como principal objetivo favorecer a mobilidade da fauna, a conservação de habitats prioritários, assim como a proteção das espécies e o seu dinamismo natural, onde todos estes fatores em conjunto formam um mosaico paisagístico benéfico para que as espécies realizem as suas funções vitais.

O estudo que define áreas de Corredores Ecológicos tem já concluída a análise e desenho teórico dos corredores, estando neste momento a iniciar os trabalhos de campo.

Para a criação dos corredores ecológicos do EFMA, a EDIA teve como principais fatores a ligação a habitats prioritários tais como as galerias ripícolas; os montados; os charcos temporários mediterrânicos e os grupos faunísticos representativos, nomeadamente quirópteros, aves estepárias e outros mamíferos e aves, para além de caminhos de terra e massas de água.

Para que os corredores ecológicos do EFMA sejam uma realidade no terreno, a EDIA só a conseguirá realizar com a ajuda dos agricultores, dos agentes políticos, das diversas entidades de tutela do território e claro, da população em geral.

A EDIA reforça assim a sua política de salvaguarda e preservação dos valores ambientais presentes nesta vasta área de território dentro das competências que lhe são atribuídas.

A criação de Corredores Ecológicos criará as condições de mobilidade para as diversas espécies faunísticas ao mesmo tempo que quebrarão a uniformização da paisagem agrícola.

Aceda ao vídeo AQUI  

EDIA arrenda 39 parcelas de terreno com olival adulto de sequeiro

A EDIA torna público que, por Deliberação do Conselho de Administração, vão ser disponibilizadas para arrendamento 39 parcelas de terreno cuja ocupação cultural é olival adulto de sequeiro.

O contrato de arrendamento a celebrar, terá a duração de 2 anos, com início a 1 de fevereiro de 2022 e término a 31 de janeiro de 2024.

As propostas deverão ser apresentadas em carta fechada, sob pena de não serem aceites, até às 18 horas do dia 20 de janeiro de 2022.

» Consulte o Edital AQUI 

Mapas de localização das parcelas:
» Concelho do Alandroal 
» Concelho de Beja 
» Concelho de Cuba: Freguesias de Cuba e Faro do Alentejo 
»Concelho de Cuba: Freguesia de Vila Ruiva
» Concelho de Évora 
» Concelho de Moura
» Concelho de Portel 
» Concelho de Serpa
» Concelho da Vidigueira

“REGADIO 20|30” em consulta pública até 21 de janeiro

“Regadio 20|30 – Levantamento do Potencial de Desenvolvimento do Regadio de Iniciativa Pública no Horizonte de uma Década”, está em consulta pública, tendo sido prorrogado o prazo até dia 21 de 2022.

Este trabalho teve como objetivo contribuir para a identificação e caracterização dos investimentos a realizar no âmbito do regadio público, em Portugal Continental, quer aqueles cuja realização possa ser realizada no horizonte de uma década, bem como a identificação de ações cuja maturidade incipiente implica que a sua implementação só possa ser realizada no decénio seguinte. A análise foi elaborada tendo por base a divisão de Portugal Continental em cinco regiões, correspondentes às áreas de influência das Direções Regionais de Agricultura e Pescas (DRAP), tendo tido um envolvimento próximo dos Serviços Centrais e Regionais do Ministério da Agricultura, Autarquias, Associações de Beneficiários e de Agricultores, Federação Nacional dos Regantes, Projetistas e Consultores. A informação compilada foi agregada numa base de dados dinâmica que permite rapidamente atualizar os dados referentes a qualquer projeto em função do desenvolvimento do mesmo e, dessa forma, garantir uma maior longevidade do presente trabalho.

» O documento está disponível para consulta AQUI 

Águas para reutilização na rega | Projeto REUSE 14 de dezembro | 10h00 | Auditório da EDIA | Beja

Realiza-se no próximo dia 14 de dezembro, pelas 10h00, no auditório da EDIA, em Beja, o workshop Águas para Reutilização na Rega, integrado no projeto REUSE, que pretende promover a produção e utilização de água para reutilização no regadio no Alentejo.

Neste evento, serão apresentados os resultados do projeto piloto de utilização de ApR (água residual tratada), proveniente da ETAR de Beja, na rega de uma exploração agrícola integrada no Empreendimento de Fins Múltiplos de Alqueva.

Este projeto de experimentação, utilizou um sistema de produção de ApR através da desinfeção solar das águas residuais tratadas na ETAR, as quais foram utilizadas na rega de um pomar de romãzeiras, com o objetivo de estudar o impacto no desenvolvimento das plantas e frutos, o balanço de nutrientes, a avaliação da eventual poupança na dosagem de fertilizantes minerais, a avaliação do impacto da ApR nos recetores ambientais (solo e água) e a avaliação do impacto no sistema de rega da exploração agrícola.

Para além deste caso, serão ainda apresentados projetos semelhantes, metodologias e resultados, bem como discutido o potencial de utilização de ApR em Portugal, as vantagens e as suas condições de utilização.

O REUSE é um projeto financiado pelo Fundo Ambiental, resultante de uma parceria entre a AdP – Águas de Portugal, AgdA – Águas Públicas do Alentejo , EDIA – Empresa de Desenvolvimento e Infra-estruturas do Alqueva, ISA – Instituto Superior de Agronomia, EFACEC e Centro Operativo e de Tecnologia de Regadio (COTR).

Inscrição gratuita, mas obrigatória » AQUI